quinta-feira, 23 de abril de 2009

Muito Inovador! Muito Inspirador! Muito Motivador!


Este título corresponde a uma das apreciações feitas, por um dos participantes no último workshop de mapas mentais.
A imagem incluída hoje corresponde a um dos trabalhos desenvolvidos em grupo, onde a imaginação navegou em oceanos revoltos que nos levaram por mares nunca dantes navegados.
É sempre fascinante ser parte destes processos de aprendizagem e, por muitos que se faça, é sempre gratificante ver como as pessoas, ao fim de um dia de navegação acompanhada pelo piloto da barra, começam logo a sair para o alto mar, à procura do seu mar de ideias, prontas a traçar a rota que as leva a um destino mais bem programado... com a ajuda dos (seus) mapas mentais.
É uma viagem inesquecível, quer se queira (e consiga) ou não voltar.
As próximas viagens já terão um destino traçado à partida.
Com esta metáfora expus aquilo que é o processo simples, quando devidamente conduzido, de aprendizagem deste tão útil conceito dos mapas mentais. Aprende-se e pratica-se um conceito purista e depressa se desenvolve o nosso próprio modelo.
Há que experienciar, individualmente e em grupo, técnica a técnica, para se compreender, e normalmente a meio do dia já se está a compreender perfeitamente.
Experimentem. 30 de Maio há mais... aberto ao público que se queira inscrever (no More Institut).
Entretanto haverá outros - para amigos ;-)).
Até lá.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Curiosos…


Tem sido curioso verificar, ao longo dos anos, que, embora havendo alguma evolução, as pessoas, na generalidade, continuam muito curiosas quando me vêem a produzir mapas mentais (mind maps) em conferências e seminários, como forma de registar aquilo com que o orador nos vai brindando, e também como forma de rapidamente estruturar as ideias, em especial em matérias que não domino por completo.

Sei que o mesmo acontece com outros nas mesmas circunstâncias.

Há cerca de 5 anos atrás, ao participar num grupo de brainstorming, a nível internacional, chegou a vez de fazermos trabalhos, em pequenos grupos. No meu grupo, ao perguntar quem conhecia o conceito de mind maps, não recebi nenhuma resposta positiva, pelo que me retraí de tomar a iniciativa da sua utilização (o que desde há cerca de 4 anos já não acontece). No entanto, passados uns minutos, reparei que num dos outros grupos estava a ser utilizado um mapa mental para agregar e desenvolver as ideias desse grupo. Então, decidi levar o meu grupo até lá e mostrar-lhes do que estava antes a falar. Ficaram fascinados…

Daí em diante, já nem é preciso dizer, começámos logo a desenvolver o nosso, com o meu suporte como visual facilitator, e foi um sucesso: muito para lá das ideias acanhadas que no início estavam a ser debitadas pelos membros do grupo (éramos 6 no meu grupo), todos começaram a ter a visão do todo e a contribuir com ideias sobre as ideias dos outros e a desenvolver novas ideias em paralelo às já registadas. O débito foi de tal ordem que a única dificuldade que houve foi registar tudo com letra legível no original (como era meu objectivo) e no espaço de uma folha do flipchart.

Naturalmente que os mapas que fazemos, ao registar uma palestra, têm uma qualidade gráfica maior ou menor consoante o orador tem as suas ideias mais ou menos estruturadas. Por exemplo, se o orador começar por nos apresentar uma visão do que vai abordar, através de uma agenda ou qualquer outra forma gráfica, a nossa vida está facilitada e o resultado é muito mais previsível à anteriori.

É também interessante comparar um original, registado durante uma palestra, com o mesmo mapa, após revisão e produção através de uma aplicação informática adequada ao tipo de mapa (como exemplos: o iMindMap para mapas não demasiado grandes, que se queiram visualmente agradáveis e que não requeiram intervenção de um grupo de trabalho, e cujo objectivo final seja a impressão, ou o MindManager, para mapas com um aspecto muito profissional, menos orgânico e mais vocacionado para partilha por um grupo de trabalho que possa vir a colaborar no seu desenvolvimento).

Para concluir – em especial para quem já tem alguma, mas pouco, experiência em mapas mentais – devo esclarecer que fazer mapas em tempo real, durante uma palestra, é talvez o processo mais complexo possível, pois requer a nossa grande atenção ao orador e em simultâneo uma grande capacidade de colocar, sob um formato limpo e arrumado e tão sintético quanto possível, toda a informação num mapa mental, que se vai desenvolvendo ao sabor de uma apresentação que não é nossa e cujo conteúdo, estrutura e duração não estão sob o nosso controlo.

Hoje publico aqui, no início, um mapa feito durante uma apresentação e na próxima oportunidade publicarei o mesmo depois de desenvolvido em iMindMap.

Se tiveres alguma qualquer questão podes enviar para smilemind@clix.pt!


segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

SmileMind!maps renovados...


É verdade. As solicitações têm sido mais do que o tempo disponível para lhes dar resposta.
Devo confessar que, por vezes, nem com a ajuda dos mapas mentais conseguimos esticar mais o tempo. O problema é que quando o tempo começou a render comecei a abusar e já tenho ocupação para o tempo "normal" e para o tempo "extra" que os mapas mentais me proporcionam.
Mas, como é prática comum no início de cada ano, "ano novo, vida nova", ou seja, novos objectivos - pois temos um ano inteiro pela frente.
Mas desta vez até foi a iMindMap a desafiar-nos quando lançou recentemente um template "Goal Setting" para ajudar os menos experientes a fazerem o seu mapa para 2009.
Eu, no meu, tenho incluído um novo modelo de workshops de mapas mentais. Nesse novo modelo vai aparecer muito do que tenho aprendido nas minhas certificações em PNL (programação neuro-linguística), pois a beleza dos mapas mentais é que podem agregar tudo o que esteja disponível para nos ajudar a melhorar o nosso desempenho, seja a escrever, a preparar as nossas acções de qualquer natureza, a registar o que se passou, fosse o que fosse, ou a fazer qualquer outra substituição da tradicional forma de escrita linear (como é o caso deste texto) por um mapa mental. E poderão perguntar-se e perguntar-me (com razão) porque utilizo a escrita linear se a critico. É uma boa questão, que tem uma boa resposta: pela mesma razão que não utilizo o Esperanto, porque poucas pessoas poderiam ler o que escrevesse. Ainda há muita iliteracia no que respeita a mapas mentais. Estou decidido a ajudar a alterar isso.
Se tiveres alguma dúvida, alguma questão que gostasses de ver respondida em relação a mapas mentais (mindmaps, ou outra qualquer designação) não hesites em enviar-me um mail para smilemind@clix.pt. Terei todo o gosto em responder a todos os que conseguir. Obrigado.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

As ideias floresceram (3)


E o tema SOL despertou exactamenter aquilo em que os mapas mentais são muito bons: disparou ideias em diversas direcções.
Mas, estou a escrever para quê? Vejam o mapa e pecebem o que quero dizer.
Vejam este e os outros... comentem se quiserem.

As ideias floresceram (2)


Eis algumas ideias que surgiram quando o tema debatido no workshopp foi PORTUGAL. Nem tudo é bom, mas foio que surgiu...

As ideias floresceram


Hoje venho publicar alguns exemplos dos fantásticos mapas que foram desenvolvidos no workshop de passado dia 18 de Outubro.
Gostaria de aqui colocar todos, pois todos estavam maravilhosos, mas escolhi aleatoriamente alguns, sobre os temas mais engraçados.
Realço o facto de que qualquer destes mapas mentais, independentemente de aparecerem assinados por uma ou mais pessoas, foram feitos em conjunto por várias pessoas, numa mini sessão de brainstorming.
Aqui ficam para a posteridade.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Workshop


Estou a partilhar hoje convosco o mapa mais fantástico que respondeu ao desafio do último dia. Apreciem o que aparece acima!
Mas dir-me-ão que bom, bom mesmo, era ter acesso a um Workshop onde vos explicassem mesmo bem o que são os mapas mentais e o que podem fazer com eles... se é que servem para alguma coisa (dizem alguns).
Muito ficam mesmo cépticos em relação à sua validade, pois associam a sua cor e vivacidade com infantilidade. E é disso mesmo que se trata, de renovar a criança que há em nós e que, por força da nossa vivência em sociedade, se vai perdendo e com ela a imaginação fértil e criativa, a capacidade de fazer associações infinitas que nos levam à descoberta de caminhos sempre novos, a capacidade de mudar de rumo quando nos apetece ou mesmo a capacidade de optar pelo que é melhor para nós, em vez de ficar retraídos porque "temos" que fazer assim ou não nos "devemos" comportar desta ou daquela forma.
Mas nem tudo é mau! Há mesmo Workshops, em PORTUGAL, sobre este tema. Vão ao meu perfil, procurem o meu mail, digam que estão interessados e eu digo-vos onde e como. Não estavam à espera, pois não?
E até há um grupo de amigos fantástico que vai estar no próximo Sábado, dia 18, a assistir a um. Depois deixo aqui o feedback que eles me derem. Combinado?