Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

A pedido de diversas... pessoas!


“Nunca te arrependes. Se for bom, é maravilhoso. Se for mau, é experiência!”, disse Victoria Holt.
Face a termos enchido a sala a 20 de Junho, com 15 pessoas, vamos fazer um novo WORKSHOP DE MAPAS MENTAIS - "JUST FOR FRIENDS", no próximo dia 18 DE JULHO (se não estiverem todos de férias, pois só avança com 15 inscritos).
Tens por aí o meu contacto, pelo que se és meu amigo, ou és meu familiar, ou és meu colega, ou és meu ex-colega de trabalho, escola ou universidade, ou já estiveste num workshop meu, ou és membro da Sociedade das Actividades Paralelas, ou és Coach, Practitioner ou Master em PNL, ou por qualquer outra razão já tive a felicidade de te conhecer, melhor ou pior… ou talvez não, podes contactar-me e digo-te o que tens a fazer para participar.
Vá lá, não fiques sentados no sofá!
O Sol da praia pode fazer mal e o saber não ocupa lugar, nem queima a pele!
Dúvidas? Liga ou envia-me e-mail.
Até já!
PS: vê abaixo o que disseram do último!

Domingo, 21 de Junho de 2009

Mais 14 viciados em… Mapas Mentais!



Mais fotos disponíveis no Facebook.

Ontem realizámos um Workshop de Mapas Mentais, numa edição "Just for Friends" – e estes são os mais "duros", pois os amigos e familiares não se poupam à crítica, o que agradeço, pois só com feedback honesto é possível melhorar.

Em termos globais fiquei muito satisfeito com a avaliação, a qual atingiu o valor médio de 88%, elevado tendo em conta alguns aspectos que podem (sempre) ser melhorados.

São os comentários que me fazem ver que estou no bom caminho, que me dizem que efectivamente tenho que continuar a divulgar os mapas mentais e que, assim, me dão muito alento para continuar a fazer e a melhorar sempre:

"Tema extremamente ACTUAL e útil, fica grande vontade de EXPLORAR e APROFUNDAR…" – Advogada

"Encontro nos Mind Maps esse tipo de MOTIVAÇÃO. Parabéns e continua!" – Gestor de Projectos

"Ferramenta ÚTIL…" – Gestor de Recursos Humanos

"…para melhorar a maneira como resumo as matérias e SISTEMATIZO os problemas do quotidiano." – Estudante, 17 anos

"A vida mede-se por estes momentos que nos tiram a respiração!" – Gestora

"Pareceu-me muito ÚTIL. Poderia haver níveis mais avançados…" – Engenheiro

"…bastante INTERESSANTE e interactivo… um tema interessante e que me vai ser ÚTIL." – Estudante, 17 anos

"Fiquei com uma vontade ENORME de utilizar no meu dia-a-dia…" – Advogada

"…os mapas mentais… são quase de SENSO COMUM… um campo de conhecimento FASCINANTE que me deixa com apetite para mais." – Engenheiro

"Muito bom. Poderíamos explorar novas áreas em futuras edições… formador excelente!" - Advogada

"AJUDA tanto na escola, como na vida pessoal… vem FACILITAR bastante, principalmente nas APRESENTAÇÕES da faculdade." – Estudante arquitectura, 18 anos

"… com a técnica do mapa mental conseguirei ainda MELHORAR a minha capacidade de SISTEMATIZAÇÃO… CRIATIVIDADE e MEMORIZAÇÃO." – Marketing / Relações Públicas

"…o meu nível de conhecimentos aumentou bastante…" - Estudante

"...NUNCA MAIS olharei para um problema/acção da mesma maneira." - Economista

"...despertou-me o lado CRIATIVO e o modo de olhar para o que me rodeia." - Economista

Já tive a oportunidade de fazer uma análise às avaliações e concluí de imediato o seguinte:

  1. O Workshop está a ficar um pouco extenso para um único dia, pelo que vou reajustá-lo para uma duração máxima de 8 horas;
  2. A pedido de vários dos participantes, vou criar, para quem faça ou já tenha feito este Workshop de introdução, uma segunda oportunidade, ou seja, um Workshop de 2º nível – um nível um pouco mais avançado e que permita praticar mais, com uma forte componente de supervisão e o meu envolvimento directo e mais frequente nas actividades dos participantes;
  3. Tenho que ser mais cuidadoso com as condições logísticas, pois ontem sofremos muito com o calor e com as condições de projecção, num dia de sol forte, pois não foram as melhores e dificultaram a concentração a alguns dos participantes.

No que respeita à forma como conduzi o workshop, uma avaliação média de 96% parece-me bastante boa – obrigado aos meus avaliadores - e deixa-me muito satisfeito, tendo retirado uma lição: tenho que fomentar mais a participação de todos, o que percebo ter ficado abaixo da minha expectativa e dos meus objectivos, o que sei estar directamente relacionado com a duração do workshop, pois ao ter "matéria" a mais há uma tendência para "debitar" tudo, controlando o tempo, e deixar menos oportunidades para interacção.

Quanto ao programa, meios e duração, sentiu-se efectivamente uma penalização pelo facto da duração do workshop ter sido considerada curta pela maioria dos participantes (e foi de quase 8 horas e 30 minutos), razão que levou a que pedissem uma 2ª edição.

No que respeita à logística do evento, embora sofrêssemos um pouco com o calor, este foi compensado pelo qualidade do almoço e pelos coffee-breaks, que foram muito agradáveis, como é sempre o serviço e o espaço de refeições do Cor-de-Terra (www.cordeterra.com.pt).

Fico desde já com uma enorme expectativa em relação ao próximo – para o qual já tenho bastantes interessados, pois vou melhorar todos os aspectos que receberam uma avaliação menos boa, sempre na perspectiva de que nada distraia os participantes (nem a mim) daquilo que é suposto fazer num workshop de mapas mentais – aprender uma técnica INOVADORA, INSPIRADORA e muito MOTIVADORA e dar largas à IMAGINAÇÃO.

Bem-haja a todos os meus amigos que participaram.

Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

20 de Junho - DIA DE WORKSHOP


Uma forma tão boa, como qualquer outra, para começar a escrever é... pelo princípio.
Perceberam? Nem eu!
O que quero dizer é que hoje comecei pelo blog Sua Excelência, onde decidi escrever sobre o 10 de Junho - Dia de Portugal e sobre Barack Obama. Leiam, que vale a pena!
Então decidi aqui escrever sobre o 20 de Junho.
E o que tem o 20 de Junho?
É dia do próximo workshop de mapas mentais, "just for friends"!
Além de "inovador", "inspirador" e "motivador" o workshop tem estado a receber comeNtários do tipo:
"...muito produtivo e extremamente interessante!"
"Um dia bem passado. Agora é só fazer!!!"
"...Aprendi a utilizar competências consideradas "lúdicas"...no dia-a-dia e profissionalmente..."
"...o céu será o limite se eu quiser começar a utilizar."
E é bom sentir que quem vem fica inspirado, pois isso inspira-me a continuar.
E a mensagem passou, pois nestas curtas transcrições fica espelhado o essencial.
E vamos continuar, dia 20 com "casa cheia" - o que vai ser ESPECTACULAR!!!
Hoje deixo aqui um mapa recente!
FIQUEM BEM!
FIQUEM CURIOSOS!
NÃO SE FIQUEM!

Segunda-feira, 11 de Maio de 2009

Workshops on the way...

A pedido de diversas famílias, que é como quem diz, como tem havido muitas pessoas interessadas, vão-se realizar mais 3 workshops de mapas mentais (mind maps) antes do Verão. Através do More Institut, em 30 de Maio, em Lisboa e dia 6 de junho, no Porto. Depois, a 20 de Junho, vai-se realizar a 3ª edição do "MindMaps Workshop just for Friends", o qual decorrerá em Alfragide, num espaço espectacular do Centro Comercial Torres de Alfragide, o Cor-de-Terra.
Sobre qualquer deles podem contactar-me directamente, por mail (smilemind@clix.pt) ou por telefone e sobre os dois primeiros podem reservar junto do More Institut (nos meus Links têm o site indicado) se ainda houver vagas.
Ainda fico impressionado com as pessoas que mostram interesse em conhecer esta técnica inovadora logo que pela primeira vez tomam contacto a sério com qualquer trabalho feito com suporte em mapas mentais.
Já me chamaram Guru e outras coisas do tipo.
Em miúdo era o Professor Pardal, que era a figura mais criativa e inovadora que conhecíamos, pois os meios de comunicação eram outros e não havia Internet, nem PCs, nem consolas, e quem não era criativo tinha que ficar confinado a fazer sempre o mesmo.
Em miúdo não fazia mapas mentais, mas fazia muitos outros auxiliares de memória em relação à matéria que aprendia na escola e usava muito do que têm os mapas mentais: cor, imagem, texto, interrelações, etc.
Em miúdo recolhia e levava para casa (e os meus pais deixavam) muitos objectos que encontrava (vulgo, lixo) e com eles criava outras coisas.
Há dois anos criei os workshops de mapas mentais, com coisas que trouxe para casa (os Mind Maps de Tony Buzan, livros de diversos autores, formação em diversas áreas sobre a mente), juntei tudo e voilá (não é "jamais", é "voilá").
E aí vêm os próximos!

Quinta-feira, 23 de Abril de 2009

Muito Inovador! Muito Inspirador! Muito Motivador!


Este título corresponde a uma das apreciações feitas, por um dos participantes no último workshop de mapas mentais.
A imagem incluída hoje corresponde a um dos trabalhos desenvolvidos em grupo, onde a imaginação navegou em oceanos revoltos que nos levaram por mares nunca dantes navegados.
É sempre fascinante ser parte destes processos de aprendizagem e, por muitos que se faça, é sempre gratificante ver como as pessoas, ao fim de um dia de navegação acompanhada pelo piloto da barra, começam logo a sair para o alto mar, à procura do seu mar de ideias, prontas a traçar a rota que as leva a um destino mais bem programado... com a ajuda dos (seus) mapas mentais.
É uma viagem inesquecível, quer se queira (e consiga) ou não voltar.
As próximas viagens já terão um destino traçado à partida.
Com esta metáfora expus aquilo que é o processo simples, quando devidamente conduzido, de aprendizagem deste tão útil conceito dos mapas mentais. Aprende-se e pratica-se um conceito purista e depressa se desenvolve o nosso próprio modelo.
Há que experienciar, individualmente e em grupo, técnica a técnica, para se compreender, e normalmente a meio do dia já se está a compreender perfeitamente.
Experimentem. 30 de Maio há mais... aberto ao público que se queira inscrever (no More Institut).
Entretanto haverá outros - para amigos ;-)).
Até lá.

Segunda-feira, 16 de Março de 2009

Curiosos…


Tem sido curioso verificar, ao longo dos anos, que, embora havendo alguma evolução, as pessoas, na generalidade, continuam muito curiosas quando me vêem a produzir mapas mentais (mind maps) em conferências e seminários, como forma de registar aquilo com que o orador nos vai brindando, e também como forma de rapidamente estruturar as ideias, em especial em matérias que não domino por completo.

Sei que o mesmo acontece com outros nas mesmas circunstâncias.

Há cerca de 5 anos atrás, ao participar num grupo de brainstorming, a nível internacional, chegou a vez de fazermos trabalhos, em pequenos grupos. No meu grupo, ao perguntar quem conhecia o conceito de mind maps, não recebi nenhuma resposta positiva, pelo que me retraí de tomar a iniciativa da sua utilização (o que desde há cerca de 4 anos já não acontece). No entanto, passados uns minutos, reparei que num dos outros grupos estava a ser utilizado um mapa mental para agregar e desenvolver as ideias desse grupo. Então, decidi levar o meu grupo até lá e mostrar-lhes do que estava antes a falar. Ficaram fascinados…

Daí em diante, já nem é preciso dizer, começámos logo a desenvolver o nosso, com o meu suporte como visual facilitator, e foi um sucesso: muito para lá das ideias acanhadas que no início estavam a ser debitadas pelos membros do grupo (éramos 6 no meu grupo), todos começaram a ter a visão do todo e a contribuir com ideias sobre as ideias dos outros e a desenvolver novas ideias em paralelo às já registadas. O débito foi de tal ordem que a única dificuldade que houve foi registar tudo com letra legível no original (como era meu objectivo) e no espaço de uma folha do flipchart.

Naturalmente que os mapas que fazemos, ao registar uma palestra, têm uma qualidade gráfica maior ou menor consoante o orador tem as suas ideias mais ou menos estruturadas. Por exemplo, se o orador começar por nos apresentar uma visão do que vai abordar, através de uma agenda ou qualquer outra forma gráfica, a nossa vida está facilitada e o resultado é muito mais previsível à anteriori.

É também interessante comparar um original, registado durante uma palestra, com o mesmo mapa, após revisão e produção através de uma aplicação informática adequada ao tipo de mapa (como exemplos: o iMindMap para mapas não demasiado grandes, que se queiram visualmente agradáveis e que não requeiram intervenção de um grupo de trabalho, e cujo objectivo final seja a impressão, ou o MindManager, para mapas com um aspecto muito profissional, menos orgânico e mais vocacionado para partilha por um grupo de trabalho que possa vir a colaborar no seu desenvolvimento).

Para concluir – em especial para quem já tem alguma, mas pouco, experiência em mapas mentais – devo esclarecer que fazer mapas em tempo real, durante uma palestra, é talvez o processo mais complexo possível, pois requer a nossa grande atenção ao orador e em simultâneo uma grande capacidade de colocar, sob um formato limpo e arrumado e tão sintético quanto possível, toda a informação num mapa mental, que se vai desenvolvendo ao sabor de uma apresentação que não é nossa e cujo conteúdo, estrutura e duração não estão sob o nosso controlo.

Hoje publico aqui, no início, um mapa feito durante uma apresentação e na próxima oportunidade publicarei o mesmo depois de desenvolvido em iMindMap.

Se tiveres alguma qualquer questão podes enviar para smilemind@clix.pt!


Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009

SmileMind!maps renovados...


É verdade. As solicitações têm sido mais do que o tempo disponível para lhes dar resposta.
Devo confessar que, por vezes, nem com a ajuda dos mapas mentais conseguimos esticar mais o tempo. O problema é que quando o tempo começou a render comecei a abusar e já tenho ocupação para o tempo "normal" e para o tempo "extra" que os mapas mentais me proporcionam.
Mas, como é prática comum no início de cada ano, "ano novo, vida nova", ou seja, novos objectivos - pois temos um ano inteiro pela frente.
Mas desta vez até foi a iMindMap a desafiar-nos quando lançou recentemente um template "Goal Setting" para ajudar os menos experientes a fazerem o seu mapa para 2009.
Eu, no meu, tenho incluído um novo modelo de workshops de mapas mentais. Nesse novo modelo vai aparecer muito do que tenho aprendido nas minhas certificações em PNL (programação neuro-linguística), pois a beleza dos mapas mentais é que podem agregar tudo o que esteja disponível para nos ajudar a melhorar o nosso desempenho, seja a escrever, a preparar as nossas acções de qualquer natureza, a registar o que se passou, fosse o que fosse, ou a fazer qualquer outra substituição da tradicional forma de escrita linear (como é o caso deste texto) por um mapa mental. E poderão perguntar-se e perguntar-me (com razão) porque utilizo a escrita linear se a critico. É uma boa questão, que tem uma boa resposta: pela mesma razão que não utilizo o Esperanto, porque poucas pessoas poderiam ler o que escrevesse. Ainda há muita iliteracia no que respeita a mapas mentais. Estou decidido a ajudar a alterar isso.
Se tiveres alguma dúvida, alguma questão que gostasses de ver respondida em relação a mapas mentais (mindmaps, ou outra qualquer designação) não hesites em enviar-me um mail para smilemind@clix.pt. Terei todo o gosto em responder a todos os que conseguir. Obrigado.